Em 1972, o diretor Sydney Pollack decidiu fazer um documentário sobre Aretha Franklin, uma cantora de 29 anos que, no auge da sua carreira, decidiu gravar um disco gospel dentro de uma igreja em Los Angeles. Inúmeras horas foram gravadas, mas problemas de pós-produção impediram “Amazing Grace” de ser lançado comercialmente…até agora. Revitalizado, o longa está sendo distribuído em solo americano – na íntegra, respeitando a montagem de Pollack – em eventos especiais, na esperança de ser considerado para o Oscar. O álbum que intitula o documentário é um marco na história musical dos EUA, sendo o gospel mais vendido até hoje. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

 

 

Em 1985, Patrick Süskind lançou o livro “Perfume”, que chocou por traçar o psicológico de um serial killer fascinado em captar o cheiro de virgens no momento da morte. A obra, que já ganhou uma adaptação cinematográfica de Tom Tykwer, inspira uma série alemã homônima da Netflix. Dirigida por Philipp Kadelbach, ela conta a história de seis amigos de colégio fascinado por aromas – especialmente os humanos. Uma investigação criminal se desenrola após a morte de um deles, revelando aos poucos os fetiches dos suspeitos, contrapostos ao caráter obsessivo dos detetives. “Perfume” será disponibilizado no dia 21 de dezembro na Netflix.

 

 

Há doze anos, Florian Henckel von Donnersmarck encantou com “A Vida dos Outros”, que acabou ganhando o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Este ano, ele volta a disputa com “Never Look Away” (Werk ohne Autor), escolhido para representar a Alemanha na corrida pela estatueta dourada. O filme conta a história do artista Gerhard Richter, treinado para se submeter ao conceito artístico da Alemanha Oriental, voltado para a propaganda do proletariado, e sua posterior contestação. Ao tentar encontrar sua individualidade enquanto artista, faz descobertas extremamente pesadas sobre o passado Nazista recente de seu país. O longa ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.

 

 

Chris Pine e a diretora Patty Jenkins retomam a parceria iniciada em “Mulher-Maravilha” com “I Am The Night”, minissérie noir passada nos anos 50. Baseada em acontecimentos reais, ela retrata a jornada de uma jovem em busca de seus pais verdadeiros, o que a põe no radar do ginecologista Dr. George Hodel, envolvido no caso “Dália Negra”, um assassinato não-desvendado que assolou os Estados Unidos. Pine interpreta um repórter que decide investigar ambos os personagens. Dividida em seis episódios, a minissérie será exibida pela TNT nos Estados Unidos em janeiro, mas não tem previsão de estreia no Brasil.

 

 

Em “State Like Sleep”, Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) interpreta uma mulher que recebe uma perturbadora ligação um ano depois da misteriosa morte do seu marido, o que a leva a investigar a fundo o seu passado. Escrito e dirigido por Meredith Danluck, o filme conta com Michael Shannon e Luke Evans no elenco e ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.

 

 

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